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Por representação da Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO) e do Ministério Público (MP-GO), foram cumpridos dois mandados de prisão nesta quinta-feira (30), referente aos disparos em Senador Canedo, que vitimaram um menor, suspeito de roubo, e um refém.

Na ação, foram presos dois policiais militares, suspeitos de matar o menor e o refém Tiago Messias Ribeiro, de 31 anos, que era auxiliar de produção. A prisão é temporária e dura 30 dias. Neste período, os militares ficarão sob custódia da Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO).

Ao Diário de Goiás, o responsável pelas investigações, delegado Matheus Noleto, informou que há a possiblidade de prorrogar a prisão por mais 30 dias, mas que a expectativa é de que não será necessário. O inquérito também deve ser concluído em 30 dias.

“Muito provavelmente não vou precisar prorrogar a prisão por mais 30 dias. Eu já ouvi a esposa da vítima, a mãe do menor. O menor tinha 17 anos e já tinha duas passagens, uma por receptação em 2017 e outra por roubo majorado, em 2013”, afirmou o delegado.

O caso

O auxiliar de produção Tiago Messias Ribeiro, de 31 anos, e um menor que fez o homem refém foram mortos em Senador Canedo, após serem abordados por duas viaturas da PM-GO.

Um policial militar teria entrado dentro do carro roubado pelo menor e teria efetuado disparos no para-brisa dianteiro. A família do refém questiona a ação da PM. Militares do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da PMGO foram informados, que um Gol, havia sido roubado na Vila Galvão.

O veículo foi localizada já na área central de Senador Canedo. No cruzamento das Avenidas Dom Emanuel e Progresso, o carro, que de acordo com a PM seguia em alta velocidade, foi cercado pela equipe do GPT. Foi aí que ocorreu a ação. Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver o suspeito já morto no local, ao lado do veículo. Outro PM chega a se abaixar para não ser atingido.

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