Marconi Perillo e Haroldo Neves. (Foto: Mantovani Fernandes)
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O presidente da Federação Goiana de Municípios (FGM) e prefeito de Campos Verdes, Haroldo Naves, do PMDB, participou, ao lado do governador Marconi Perillo, da cerimônia de liberação de R$ 100 milhões aos municípios goianos para o desenvolvimento de ações de Saúde. Em entrevista, o presidente da FGM agradeceu ao governador “por estar pagando a contrapartida da Saúde a todos os municípios do Estado de Goiás”, e ressaltou também o empenho dos secretários Leonardo Vilela (Saúde) e João Furtado (Fazenda).

 A liberação do dinheiro, que somado aos R$ 20 milhões de emendas parlamentares totalizam R$ 120 milhões para a Saúde em Goiás, faz parte da quitação da contrapartida do Estado com todos os municípios goianos para o desenvolvimento de ações em 10 programas de Saúde. Os recursos são relativos aos meses de março a dezembro de 2017. “Os municípios passam por uma grave crise financeira, e quando o governo cumpre essa obrigação, inclusive antecipa o pagamento do mês de novembro, ele facilita a vida dos prefeitos para fechar as contas até o final do ano”, frisou Haroldo Naves.

Ele destacou o trabalho do governo estadual, que vem atendendo as reivindicações das entidades municipalistas goianas. “Não podemos deixar de ressaltar o trabalho municipalista do governador. Esse caráter municipalista do governo ajuda todo o Estado, melhorando a qualidade de vida de cada morador dos 246 municípios goianos”, pontuou. A contrapartida aos municípios vai possibilitar aos gestores municipais a oferta da assistência de forma plena e a realização de procedimentos básicos e imprescindíveis.

Em seu discurso, Marconi deixou claro que “não vai faltar dinheiro para as emendas parlamentares dos setores da Saúde, da Educação ou de qualquer outra área”, ao pedir agilidade na liberação dos documentos para que os recursos sejam liberados imediatamente.

 Ao fazer uma análise dos investimentos do Governo do Estado em Saúde, Marconi destacou que os hospitais estaduais, como o Hugol, Hugo, Crer e HGG, consomem R$ 80 milhões por mês de custeio e manutenção. “Esses hospitais são os melhores do Estado, ou seja, o governo está cumprindo sua parte, está ajudando as Santas Casas, Vila São Cottolengo, Hospital do Câncer e estamos mantendo convênios com os municípios”.

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