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Foi pedida nesta quarta-feira (29) a prisão preventiva dos policiais militares do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) envolvidos na ação que resultou na morte de um refém e um menor, suspeito de assalto, em Senador Canedo.

De acordo com nota divulgada pela Polícia Militar do Estado de Goiás (PM-GO), a prisão foi pedida pelo encarregado do inquérito policial militar, que investiga os fatos, à Justiça Militar Estadual.

O caso

O auxiliar de produção Tiago Messias Ribeiro, de 31 anos, e um menor que fez o homem refém foram mortos em Senador Canedo, após serem abordados por duas viaturas da PM-GO.

Um policial militar teria entrado dentro do carro roubado pelo menor e teria efetuado disparos no para-brisa dianteiro. A família do refém questiona a ação da PM. Militares do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da PMGO foram informados, que um Gol, havia sido roubado na Vila Galvão.

O veículo foi localizada já na área central de Senador Canedo. No cruzamento das Avenidas Dom Emanuel e Progresso, o carro, que de acordo com a PM seguia em alta velocidade, foi cercado pela equipe do GPT. Foi aí que ocorreu a ação. Em um vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver o suspeito já morto no local, ao lado do veículo. Outro PM chega a se abaixar para não ser atingido.

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