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A Polícia Militar do Estado de Goiás iniciou, iniciou na manhã desta sexta-feira (17), o recolhimento das pistolas Taurus 24/7 Pro D seguindo a determinação do Termo de Interdição da Auditoria Fiscal do Trabalho do Estado de Goiás.

De acordo com informações, do assessor de comunicação social da Polícia Militar, Tenente Coronel Marcelo Granja, o recolhimento do armamento foi acompanhado pelos Auditores Fiscais do Trabalho, Procurador da República e Oficiais da PM designados pelo Comando da Corporação.

As devoluções das pistolas continuarão seguindo o cronograma estabelecido pela Instituição em conjunto com os Auditores do Trabalho.

O caso

A Superintendência do Trabalho de Goiás pediu a interdição de pelo menos armas após o registros de 27 acidentes com vítimas na Polícia Militar, ocasionados pela pistola, usada desde 2013 pelos policiais. A interdição é para evitar possíveis futuros acidentes de tiro, disparos involuntários/acidentais envolvendo policiais e civis motivaram esse documento técnico.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, alguns dos problemas detectados foram: disparos em rajadas, em regime automático; falha de percussão e falha do retém do ferrolho; carregador danificado com rachadura; arma que não para na ação simples; travamento do gatilho; falha de funcionamento ou falha de percussão, só funciona na ação dupla; disparo de arma no coldre, disparo involuntário; situações em que, embora o percussor tenha atingido a espoleta, não houve energia suficiente para provocar a explosão.

 

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