Marconi Perillo, em Luziânia. (Foto: Wagnas Cabral)
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Os investimentos crescentes em Segurança Pública pelo Governo do Estado resultaram na redução da taxa de homicídios dolosos em Goiás, particularmente em Goiânia, como mostra o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os números são relativos a 2015 e 2016.  

Goiás melhorou, caindo da 4ª para a 8º posição no ranking de homicídios dolosos, para uma taxa comparativa por 100 mil habitantes. Em 2015, apresentava taxa de 41,3. Em 2016, a taxa abaixou para 37,2. Houve redução de 9,9% desses crimes entre 2015 e 2016. Goiânia, por sua vez, apresentou alguns dos melhores números referentes à queda de homicídios no País. A Capital caiu da 12ª para a 18ª posição. De uma taxa de 36,6 em 2015, caiu para 30,3 em 2016, e alcançou, assim, redução de 23,4% dos crimes de homicídio.

Os números positivos são resultado da política de investimentos em Segurança Pública liderada pelo governador Marconi Perillo. Enquanto a maior parte dos estados manteve estagnado o investimento em Segurança Pública ou teve redução, Goiás aumentou o valor aplicado no setor. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), a Segurança Pública é a terceira área que mais recebe recursos, abaixo apenas das áreas de Educação e Saúde. Em 2015, a Segurança chegou a ultrapassar a Saúde. Os investimentos foram da ordem de R$ 2,6 bilhões. A projeção para 2017 é de R$ 3,1 bilhões; um crescimento de 17,3% no período. 

Um dos eixos da política de investimentos em Segurança Pública é o aumento do número do efetivo. Em 2014 e em 2016 houve incorporação de novos policiais nas polícias Militar e Civil, empossados após concurso público. Somado, o aumento do efetivo dos dois anos foi de 4.583 novos policiais.

 Em setembro, Marconi empossou 2,5 mil policiais militares, o que representou acréscimo de 20% do efetivo nas ruas. “Essa é a maior posse da história da Polícia Militar de Goiás. Talvez seja a maior posse da história do País”, afirmou na época. Em breve, o governador vai anunciar a abertura de edital para concurso público que prevê a contratação de mais 2 mil policiais militares.

Ainda de acordo com a SSPAP, em 2011 o Governo de Goiás investiu R$ 1.442.283.810,32 em Segurança Pública. Com a projeção para 2017 de investimento da ordem de R$ 3,1 bilhões, o salto de 2011 a 2017 será de 119,5%.

Mortes violentas em Goiás caíram 5,2% em 2016, diz pesquisa nacional

Dados divulgados nesta segunda-feira (30/10) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) confirmam tendência de queda das mortes violentas ocorridas no estado a partir de 2016. No país, por outro lado, essa modalidade criminal apresentou crescimento de 3,8%, em comparação com ano anterior. Goiânia reduz (-19,6%) crimes letais intencionais. Investimentos em inteligência, armas, equipamentos, viaturas e novos concursos para forças policiais colocam delitos em declínio.

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) divulgou nesta segunda-feira (30/10) os dados da violência no país referentes ao ano passado. Em 2016, as mortes violentas intencionais registradas no Brasil apresentaram crescimento de 3,8%.  No mesmo período, Goiás conseguiu reduzir esse crime em 5,2%.

Em relação à pesquisa anterior, que analisou dados de 2015, Goiás aparece em 8º lugar no ranking dos estados que mais reduziram essa modalidade criminal. Houve, ainda, redução de na taxa por 100 mil habitantes, de 46,20 em 2015, para 43,80 em 2016.

O Estado se destacou também ao conseguir redução de (-9,9%) nos homicídios dolosos. O desempenho é também o quinto melhor resultado entre as unidades da Federação, quando se compara com os números de 2015 e 2016. A média brasileira ficou em (-4,2%).

Capital - De acordo com os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), Goiânia conseguiu redução de (-19,6%) nos crimes violentos letais intencionais. Foi o quinto melhor desempenho entre as capitais brasileiras. Em 2016, os homicídios dolosos recuaram (-23,4%) na cidade. A média de queda nas capitais brasileiras ficou em (-4,7%) para os crimes violentos letais intencionais, e em (-4,3%) nos homicídios dolosos.

 Os dados do levantamento mostram, ainda, que os roubos e furtos de veículos também retrocederam em Goiânia no ano passado. A queda nos roubos chegou a (-6,8%), enquanto os furtos diminuíram (-6,3%). Nessas modalidades criminais, a média ponderada entre todas as capitais brasileiras oscilou positivamente em 2,9% e 0,8%, respectivamente.

Investimentos - Em meados de 2016, as estatísticas passaram a apontar para uma tendência de queda na criminalidade em Goiás. A partir daquele ano, a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), comandada pelo vice-governador Zé Eliton, recebeu importantes investimentos em tecnologia de inteligência como a Plataforma de Sistemas Integrados (PSI), um conjunto de softwares e ferramentas de business inteligence (BI). As operações policiais passaram a ser monitorados por meio do Sistema de Monitoramento de Operações Integradas (Mopi), possibilitando que ações corretivas fossem implementadas em espaço de tempo mais curto.

Por determinação do governador Marconi Perillo, foram abertos concursos públicos para a contratação de policiais para a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Técnico-Científica e Administração Penitenciária. Toda a frota de veículos das corporações foi renovada. O Estado fez importantes investimentos em armamentos. Houve também a padronização de procedimentos operacionais, de acordo com normas internacionais, maior foco na polícia técnico-científica e no Instituto de Identificação.

Ao mesmo tempo houve utilização de equipamentos de ponta pelo setor de inteligência, investimentos em sistemas de saturação eletrônica de última geração, aliados à determinação histórica do governo em oferecer proventos mais justos, ações que contribuíram para o declínio persistente dos crimes. Essa tendência permanece em 2017, com a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) sob o comando do professor Ricardo Balestreri.

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