Com um saldo positivo de 1.834 novos postos de trabalho formal em agosto, Goiás emplacou o oitavo mês consecutivo de abertura de vagas com carteira assinada. No acumulado de 2017, já são 47.930 trabalhadores a mais no mercado formal, o que faz do Estado o terceiro maior gerador de empregos em números absolutos, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, e o segundo em termos proporcionais. Os foram divulgados nesta quinta-feira (21) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e analisados pelo Instituto Mauro Borges

Segundo dados o Caged, em agosto houve um acréscimo de 0,15% no saldo do emprego formal em Goiás em relação ao mês anterior. A Construção Civil liderou a geração de postos (1.006), seguida pelo Comércio, com 663 novos postos de trabalho formal. Estes resultados são animadores pois esses setores foram bastante afetados pela crise econômica e mostram sólida recuperação. A Indústria de Transformação aparece em terceiro lugar com a geração de 386 postos vindos principalmente dos setores de Confecção (247) e Produtos Alimentícios e Bebidas (125).

No acumulado do ano, os 47.930 novos postos de trabalho gerados em Goiás representam um crescimento de 4,03%. No grupo dos municípios com mais de 30 mil habitantes, os maiores geradores de emprego em agosto foram: Goiânia (1.292), Aparecida de Goiânia (1.086) e Cristalina (1.051). Na soma dos oito primeiros meses de 2017, Goiânia (6.671) e Cristalina (4.905) foram destaque no cenário nacional na geração de empregos posicionando-se em 2º e 6º lugares entre os municípios brasileiros. E ainda, dos 100 principais geradores de emprego no Brasil, dez são municípios goianos.
PIB

A divulgação dos dados de emprego ocorre dois dia após o IMB publicar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas. De acordo com o Instituto Mauro Borges, o PIB goiano foi quatro vezes maior que a média brasileira no primeiro semestre de 2017. No período, Goiás cresceu 1,4%, enquanto que, no resto do País, a alta foi de apenas 0,3%.

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