hugol 2O governador Marconi Perillo afirmou na sexta-feira, ao comandar a abertura da 57.ª edição do Governo Junto de Você, na Região Noroeste de Goiânia, trabalhar diariamente para que os investimentos na área da Saúde Pública estejam entre os principais feitos do Governo de Goiás durante suas gestões. “Nossos hospitais são para todos, porque saúde é prioridade”, disse o governador, ao afirmar que as unidades do Estado têm padrão de atendimento equivalente ou superior ao dos melhores hospitais particulares.

“Durante meses, durante anos, eu venho acompanhando de perto a força-tarefa da saúde em relação a todas as unidades hospitalares. Nos próximos meses eu vou inaugurar o Hospital do Servidor Público, o Hospital do Ipasgo, que vai ter quase 300 leitos novos para atender 600 mil pessoas que estão no Ipasgo. Eu já fiz as contas: ao terminar o meu governo no ano que vem, o Estado terá 21 hospitais públicos. Destes 21, eu terei construído nos meus quatro governos, como governador, pelo menos uns 15 ou 16 hospitais do governo do Estado”, disse Marconi. “Eu me sinto orgulhoso por isso e me sinto realizado. Quem vai num hospital do governo chega para mim e diz ‘Marconi eu fui lá, levei meu pai, minha mãe, minha tia, nós fomos ao Hugo, ao Hugol e nós vimos como funciona, como atendem bem”. E não é só quem é rico. É, principalmente, para quem é pobre, mas esses hospitais nossos são para todos”, disse Marconi.

O governador disse que, com a adoção do modelo de gestão compartilhada com Organizações Sociais em Saúde (OSS), o Governo de Goiás revolucionou o atendimento nas unidades, mas ponderou que a população ainda tem uma avaliação geral ruim do sistema em função de problemas graves no atendimento inicial. “Muitas vezes, o meu governo e eu somos confundidos porque as pessoas às vezes acham que Cais e posto de saúde são de responsabilidade do governador, e chega e não tem saúde que presta, não tem médico trabalhando ou não tem a atenção do município, e as pessoas começam a achar que isso é responsabilidade do governador. Não”, disse Marconi.

“A responsabilidade do governo do Estado é com o Hugol, do Hugo, do Materno. O Materno vive cheio porque não tem maternidades suficientes no município. Só tem duas. É cuidar do HGG, do HDT, do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, do Hutrin em Trindade, do Huapa em Aparecida, todos esses hospitais foram construídos nos meus governos ou reformados e totalmente revolucionados nos meus governos. Saúde tem sido uma prioridade grande para mim”, disse. Em seguida, o governador falou sobre o esforço que o governo estadual vem fazendo para complementar o valor pago pela utilização de leitos de UTI na rede privada.

“Se o governo federal mandasse mais dinheiro nós não teríamos essas filas, não teríamos esse desespero por vagas em UTIs. Nós só não temos um drama maior com relação às UTIs porque nós, com dinheiro do Estado, ajudamos a cobrir a diferença do que o governo federal passa para pagar os leitos de UTI”, disse Marconi. “Um leito de UTI de um hospital privado, particular, custa mais ou menos R$ 1.200. O governo federal, através do SUS, passa menos de R$ 500 para pagar esse leito. Ora, como o dono de hospital vai abrir um leito de UTI que custa R$ 1.200 para receber menos de R$ 500 do governo federal? E quem é que teve essa sensibilidade de pagar essa diferença para a gente ter as UTIs abertas nos hospitais privados? Somos nós, eu e minha equipe da área de saúde”, disse o governador.

“Eu sei o que estou fazendo aos olhos de Deus, com a minha consciência, com a minha responsabilidade, como governador do Estado. Eu duvido que alguém tivesse a coragem de abrir um hospital do tamanho do Hugol, que custa R$ 20 milhões por mês em manutenção. Talvez no final deste ano, começo do outro, nós vamos estar com 100% do Hugol funcionando”, disse. “Então, nós teremos lá uma cidade com três mil funcionários, 497 médicos. É uma cidade. Nós temos lá 17 aparelhos de raios-X, tomógrafos, 21 salas cirúrgicas de primeiro mundo. Isso tudo foi feito com o meu olhar, com a minha fiscalização”, afirmou o governador.

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