Apresentação dos presos à imprensa. Foto: Diário de Goiás
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Após dois anos de investigação, a Polícia Civil, através da Delegacia Estadual de Investigações (DEIC) prendeu uma quadrilha especializada em falsificação de documentos. A quadrilha falsificava e vendia RG, CNH, CRLV, certidão de nascimento, de casamento e até diplomas. Dentre os presos estão o responsável pela falsificação dos documentos, agenciadores e “clientes”. As prisões aconteceram em Goiânia, Trindade, Aparecida de Goiânia e Anápolis.

Os documentos falsificados eram utilizados na venda fraudulenta de imóveis, transferência fraudulenta de veículos, abertura de conta e financiamento bancário fraudulento, uso de documento falso para ingressar no sistema prisional através de visitas íntimas e documento falso para consumação.

A maior parte das cédulas de documentos foram apreendidas no escritório de Romero Barreto de Freitas, no Setor Bueno, em Goiânia. A Delegada afirmou que além dos documentos falsificados, também foram encontrados documentos verdadeiros, que tiveram seus dados apagados com solventes. “Romero já atua como falsificador a pelo menos 6 anos. Segundo ele, a CNH era vendida por aproximadamente R$ 500,00, o CRLV por R$ 400,00, o RG por R$ 200,00, isso quando a contratação era feita direta com ele. Quando vinha com a intermediação do agenciador, esse valor era dobrado, ou até mais que isso”.

Cleuber Vidica de Paula, era um dos principais agenciadores da quadrilha. Segundo a Delegada Mayana Rezende, ele agenciava “laranjas” para alugarem veículos em locadoras. Os “laranjas” chegavam até o estabelecimento com documentos falsos, locavam veículos e não os devolvia. Ele então mudava as placas e os documentos e os revendia. Além dele, as investigações também apontaram, que Thiago César de Souza, vulgo Topete, fazia parte do esquema como agenciador. Topete foi morto em 23 de fevereiro, durante um confronto entre presos na Penitenciária Odenir Guimarães.

Também foram presos, Ludimila Pereira da Silva, Guilherme Cândido da Silva Barrosa, Poliana Carla Azevedo Souza, Wanio Rodrigues Sardinha, Virginia Maria Franco, Denis Willian Dias, Eduardo Miranda dos Santos. Eles responderam pelos crimes de: associação criminosa, uso de documentos falsos e falsificação de documentos.

Parte do laboratório do laboratório da quadrilha: 

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