Uma reunião realizada nesta quarta-feira (19) com representantes do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (SET) e do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário Estado de Goiás (Sindittransporte) não trouxe nenhum acordo.

De acordo com a assessoria de imprensa do Sindicato, a categoria reivindica um reajuste de 9,38%, que equivale ao dobro da inflação, sobre o salário e a gratificação complementar; 25% de reajuste do ticket-alimentação; e manutenção das demais cláusulas, como plano de saúde.

“O presidente do SET, Décio Caetano, que participou do encontro informou que o Sindicato quer primeiro ter uma segurança sobre um percentual de reajuste da tarifa do transporte coletivo para, posteriormente, dar uma previsão de reajuste aos trabalhadores”, informou o Sindittransporte.

A categoria está organizando uma assembleia geral, que deverá ser realizada no dia 30 de abril, para decidir quais serão os caminhos que os trabalhadores apoiam em relação às reivindicações. A possibilidade de greve, certamente, entrará na pauta.

A assembleia deverá ser realizada às 9h, na sede do Sindittransporte. Caso o SET apresente alguma proposta até a data, a matéria será analisada durante a assembleia.

Até a publicação desta reportagem, o Diário de Goiás não conseguiu contato com o SET.

Reajuste da passagem

Ainda não está prevista a reunião da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC). O prefeito de Aparecida de Goiânia e presidente do órgão, Gustavo Mendanha (PMDB) não convocou reunião para que sejam analisados os cálculos validados pela Agência Goiana de Regulação (AGR), passando a tarifa de R$ 3,70 para R$ 4,00.

“O reajuste já foi tratado e será discutido mediante os ajustes contratuais, o cumprimento contratual, aonde o usuário precisa ser beneficiado com melhoria do transporte. Não está se falando em data ainda da Câmara Deliberativa para tratar do aumento da passagem do transporte”, explicou o presidente da CMTC, Fernando Meirelles em 13 de abril.

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