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Ricardo Balestreri. (Foto: Jota Eurípedes)
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O secretário de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, disse, durante a solenidade de criação da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária, que a tristeza pelo ocorrido no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia se contrasta com o júbilo que é o ato do governo estadual. A medida vai permitir ao Estado a gestão da vaga prisional, hoje gerida pelo Poder Judiciário.

“Vivemos dias muito tristes pelo que ocorreu no presídio e por toda a repercussão na mídia. Paradoxalmente, o sentimento, hoje, é de júbilo. Parabenizo o governador Marconi Perillo pela coragem com que enfrentou nacionalmente essa questão que, como sabemos, não é do Estado, mas da União”, afirmou o secretário.

Balestreri lembrou sua passagem pelo governo federal, como secretário nacional de Segurança Pública, para dizer que os recursos da União não são suficientes, “o que faz com que os Estados assumam o abacaxi”, e que, mesmo assim, “Goiás é o Estado que mais atrapalha o crime organizado no Brasil.”

“Goiás, por meio de seus policiais, produz muito e produz como nunca. Nos últimos 12 meses, reduziu todos os índices de criminalidade. Ameaça os negócios dos criminosos, é o Estado que mais atrapalha o crime organizado no país. Não somos ingratos, mas os R$ 32 milhões que Goiás recebeu da União é uma quantia pequena demais, o governo federal deveria ofertar muito mais”, declarou o secretário.

Balestreri disse que a criação da Diretoria-Geral é o projeto mais ousado na área Segurança Pública e de Sistema Prisional dos últimos anos em Goiás e que vai resolver os problemas do setor a médio prazo.

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