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Os deputados estaduais de São Paulo aprovaram, nesta quarta-feira (27), uma lei instituindo a "segunda sem carne" no Estado.

Se o projeto for sancionado, escolas da rede pública e estabelecimentos que fornecem refeições aos órgãos públicos ficam proibidos de fornecer carnes e derivados às segundas-feiras.

O autor do projeto é o deputado Feliciano Filho (PSC). Em suas redes sociais, ele afirma que a lei "dará à população de SP um dia por semana para pensar sobre a aflição dos animais nos abatedouros".

O governador, Geraldo Alckmin (PSDB), agora decide se irá sancionar a lei.

O projeto determina, também, que estes estabelecimentos devem ter um cardápio vegetariano nos demais dias da semana, e exclui da lei hospitais públicos e demais unidades de saúde pública.

A multa pelo descumprimento da lei seria de 300 unidades fiscais do Estado de São Paulo, o que corresponde, hoje, a mais de R$ 7 mil.

A "segunda sem carne" é adotada em diversas cidades pelo mundo. Em outubro deste ano, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou que 15 escolas públicas da cidade iriam aderir à ideia.

A cidade de Ghent, na Bélgica, e São Francisco, na Califórnia, também tem programas para reduzir o consumo de carne às segundas-feiras, justificados por argumentos de saúde e ambientais.

Em São Paulo, há unidades de restaurantes do Bom Prato que participam da "segunda sem carne" há mais de dois anos.

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