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Os Correios abriram um novo programa de demissões voluntárias (PDV) para enxugar ainda mais a folha de pagamento, após o plano de incentivo a desligamentos realizado no primeiro semestre ter termina com adesões inferiores à meta da companhia. O prazo de adesões segue até o último dia último do ano, 29 de dezembro.

Conforme adiantado pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, em agosto – quando o PDV foi aprovado pela diretoria-executiva da estatal -, o objetivo é fechar 5,46 mil vagas. Caso as demissões sejam confirmadas, isso significará uma economia mensal de R$ 54,5 milhões com pagamento de salários. Só entre os carteiros, os Correios pretendem dispensa dois mil profissionais.

Para atingir um público maior, a empresa retirou a exigência de idade mínima de 55 anos dos últimos PDVs, permitindo a adesão de todos os empregados com pelo menos 15 anos de trabalho na companhia de serviços postais.

É oferecido como incentivo aos pedidos de demissão uma indenização calculada de acordo com os proventos recebidos nos últimos cinco anos – incluindo não só salário, mas também gratificações e complementos salariais – e o tempo de serviço do funcionário. Por exemplo, um empregado com provento médio de R$ 6 mil e 35 anos de casa receberá R$ 2,1 mil. O pagamento deve ser efetuado em 93 parcelas mensais, limitadas a no máximo R$ 9,8 mil.

A ideia da empresa era reabrir o PDV no último mês de setembro, no entanto, o plano foi adiado em razão da greve deflagrada pela categoria em todo o País durante a campanha salarial. Ao confirmar em nota a abertura do que chama de novo ciclo do Plano de Desligamento Incentivado (PDI), os Correios atribuem a medida à necessidade de “acertas as contas”. 

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