Corpo de uma das vítimas de atirador em Campinas
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Um homem matou o pai, duas irmãs, o namorado da ex, que também foi baleada, e mais um vizinho na manhã desta segunda-feira (30) em Campinas, no interior de São Paulo. Depois, se matou.

O atirador foi identificado como Antônio Ricardo Galo, 28. As causas do crime ainda não estão esclarecidas. A polícia corrigiu o número de mortos. Inicialmente informou que, segundo familiares, uma segunda irmã de Galo estava hospitalizada. Na verdade, ela foi achada carbonizada.

Segundo a Polícia Militar, Galo já havia sido preso por agredir o pai que há seis meses conseguiu uma medida protetiva para impedir o contato com o filho. O atirador também teria tido uma briga por causa de som alto com o vizinho que matou.

O crime aconteceu por volta das 6h30 no Jardim Conceição, bairro de classe média no distrito de Sousas. Uma das irmãs, Ana Cristina Galo, foi morta na rua, quando ia para o trabalho. A segunda, Alexandra Galo, morreu carbonizada após o suspeito atear fogo na casa da família.

O pai, Antônio Galo, 60, um catador de recicláveis de 60 anos, foi morto em frente de casa, com um tiro na cabeça. Em seguida, ele entrou na casa do vizinho, Elenilson Freitas do Nascimento, e o matou em seu quarto. Uma terceira irmã do atirador e os filhos dela, de 4 a 11 anos, que estavam na casa que foi incendiada, sobreviveram.

Ex-namorada

Uma vizinha chamou a polícia. Galo fugiu e foi até a casa de uma ex-namorada, Camila Fiorini, 25, na Vila Padre Manoel de Nóbrega, a cerca de 16 km da casa de seu pai. Lá, ele atirou nela e em seu atual namorado, Willian de Oliveira Costa, 28, também na cabeça. Costa morreu horas depois de ser socorrido. Fiorini está internada em estado grave no Hospital de Clínicas da Unicamp.

Carros da polícia e o helicóptero Águia, da Polícia Militar, que já perseguiam Galo o encontraram no local. Ele se matou na frente dos policiais, com um tiro na cabeça. As armas usadas nos crimes, dois revólveres de calibre 38 com numeração raspada, foram apreendidas. A identificação das vítimas não foi fornecida pela polícia.

A mãe de Galo morreu há dois meses, de ataque cardíaco. Segundo conhecidos ouvidos pela reportagem, o atirador trabalhava como segurança de um banco. (Folhapress)

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