vassil 2017

Colunista

Vassil Oliveira

 

paulo garcia Encontrei Paulo Garcia dias atrás, na Livraria Nobel. Conversamos um pouco. Falamos do país, da cidade, de leituras. Ele estava tranquilo, animado com o futuro. Sereno. Sorria. 

A imagem dele sorrindo é a primeira que me vem à lembrança agora. Ele era assim, sempre disposto a um sorriso. E talvez por isso o susto com a notícia de sua morte na madrugada deste domingo. Não faz sentido. Não é fácil entender. Triste. Muito triste.

Ex-prefeito de Goiânia até dezembro, Paulo gostava da cidade, gostava de política. Fazia a gente gostar dele naturalmente. Não admitia candidatura no ano que vem, mas também não negava o interesse. Deixava o assunto no ar, para bons entendedores.

Paulo Garcia era um homem bom. Seu rosto alegre, sua voz calma, a presença agradável, isso é o que tenho dele para hoje e para todos os dias seguintes. Não dá pra esquecer.

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