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Colunista

Vassil Oliveira

 

urnas

O discurso de que campanha antecipada não é coisa boa para o Estado, porque agora é hora de administrar e não de pensar em eleição, soa bonito, mas na prática política se prova ordinário.

O Brasil e o Estado de Goiás estão em outra sintonia. Respiram e suspiram campanha, e de forma tão intensa que parece até que a eleição será esta semana, e não em outubro do ano que vem.

O governador Marconi Perillo (PSDB) não só autorizou como vem estimulando sua base de apoio a ir a campo. Um dos objetivos: fortalecer o nome de seu vice, José Eliton, como candidato a governador.

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A oposição é que não se entende. Nem no discurso nem na realidade.

No DEM, o senador Ronaldo Caiado é só eleição. Este, sim, respira 2018. Mas é isso: por ora, ação de um homem só. Não há um partido ou mais lideranças que se levantem na defesa de seu projeto, de sua vontade. Muito menos o PMDB, que ele espera ter como aliado.

Daniel Vilela, como Caiado, bem que tenta. Corre pelo interior para se viabilizar, fazer de sua candidatura fato consumado. Anima muito peemedebista. Não vai além disso, porém. Não há empolgação que crie clima de campanha antecipada, como na base governista.

E tem Iris Rezende, prefeito de Goiânia, que está quieto. Iris não é entusiasta da candidatura de Daniel, que por sua vez não procura envolvê-lo em seu projeto. Resultado: silêncio de Iris, pouquíssimo movimento dos peemedebistas visando 2018.

O mais engraçado é que nem dá pra dizer que a oposição está levando a melhor porque o clima no governo é de disputa interna, desavenças, desunião. Justamente porque na oposição o clima é o mesmo.

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